25/8/2025
Quando o assunto é custo, a intuição pode enganar.
Muitos varejistas acreditam que manter a logística internamente é mais barato, mas, na prática, essa escolha pode sair mais cara do que parece…
E é exatamente isso que iremos discorrer ao longo deste artigo.
Ter uma operação própria exige investimentos fixos consideráveis, como: galpão, equipe de separação, empacotamento, sistemas de controle, contratos com transportadoras e, claro, o tempo da equipe de gestão (que é um dos principais gargalos).
Segundo a pesquisa da consultoria McKinsey mostrou que o custo do frete no e-commerce brasileiro é, em média, 20% do valor do pedido. Para quem está crescendo ou ainda validando o modelo de negócio, isso pode comprometer boa parte da margem.
No modelo de fulfillment, os custos são variáveis. Você paga por pedido processado, sem precisar investir em estrutura, pessoal ou tecnologia de forma direta.Na prática, isto reduz o risco financeiro, otimiza os custos operacionais e permite que sua equipe foque no que realmente importa: vender mais.
Como a Cubbo vai aumentar o ticket médio do seu e-commerce?
Um dos principais pontos para manter a logística internamente é o controle.
Ter o estoque à vista e acompanhar cada etapa da separação e expedição pode transmitir mais segurança ao gestor. Mas isso só funciona se houver processos bem definidos, equipe treinada e tecnologia para registrar e rastrear cada movimento.
No fulfillment, o controle não é físico, mas digital. Por meio de sistemas integrados, é possível acompanhar cada pedido em tempo real, verificar níveis de estoque, consultar relatórios de performance e até rastrear o pacote — tudo sem precisar estar no galpão.
Prova disso é que 92% dos consumidores consultam o Reclame AQUI antes de fazer uma compra, ou seja, qualquer falha na comunicação ou rastreamento pode gerar insatisfação, especialmente em operações com baixa visibilidade e gerar notas baixas.
Na prática, um Centro de Distribuição terceirizado bem estruturado pode oferecer mais visibilidade e dados acionáveis do que muitas operações próprias, permitindo decisões mais rápidas e precisas.
Sua operação está pronta para lidar com 40% mais pedidos?
Escalar um e-commerce exige mais do que vontade de crescer.
Segundo dados da ABComm, o número de pedidos no e-commerce brasileiro cresceu cerca de 40% entre 2020 e 2025 e tudo indica que essa curva vai continuar subindo.
Quem opera com logística própria sabe como é para dar conta do aumento, se faz necessário contratar equipe, reorganizar turnos, comprar equipamentos, readequar estoque e negociar frete. E ainda assim, o risco de gargalos e falhas é altíssimo.
Com o modelo de fulfillment, a operação já nasce preparada para escalar. Como o centro de distribuição atende múltiplas marcas, é possível realocar recursos, absorver aumentos de demanda e manter os SLAs sem perder eficiência.
É por isso que marcas como Natura, Avon, PayJoy, TAG Livros, ManClub e muitas outras já escalam suas operações com a Cubbo.
Na prática, o fulfillment entrega elasticidade para crescer sem travar.
A jornada do cliente não termina no pagamento, na verdade, ela termina na entrega. E se essa etapa falha, todo o esforço anterior perde valor…
Em uma operação própria, a qualidade da entrega depende de muitos fatores internos: estrutura, equipe, processos, sistemas e transportadoras. À medida que o volume cresce, manter consistência se torna um desafio.
No fulfillment, a operação é desenhada para ser previsível e padronizada. A Cubbo, por exemplo, oferece rastreamento em tempo real, entregas rápidas e suporte estruturado. Isso garante ao cliente final uma experiência de compra fluida, mesmo em períodos de alto volume.
Segundo um estudo da Metapack, 87% dos consumidores afirmam que uma entrega positiva aumenta a chance de comprarem novamente. E quando essa entrega é feita com excelência, o efeito na recompra é direto.
Na prática, a logística se transforma em um diferencial de marca. E quem entrega bem, vende de novo.
A decisão entre fulfillment e logística própria não é universal. Ela depende do seu momento, da estrutura que você tem hoje e do quanto quer (ou precisa) crescer.
Já a logística própria pode fazer sentido quando:
Segundo o Sebrae, um dos principais gargalos das empresas de e-commerce em crescimento está justamente na logística. Para muitos, terceirizar essa etapa não é uma fraqueza, é o que permite escalar com consistência.
O mais importante é entender que não se trata de uma escolha definitiva. Muitas marcas começam com operação própria e migram para fulfillment conforme crescem ou mantêm uma estratégia híbrida.
O segredo está em escolher o modelo que melhor sustenta seu crescimento hoje, sem travar o amanhã.
Para facilitar a comparação entre os dois modelos, resumimos abaixo os principais critérios que podem influenciar sua escolha entre fulfillment e logística própria.
Avalie com base na realidade da sua operação e nos seus planos de crescimento:
Fulfillment e logística própria não são inimigos, são caminhos diferentes com objetivos distintos.Se você busca escala, flexibilidade, controle digital e foco total no crescimento, o fulfillment tende a ser a escolha mais eficiente.
Por outro lado, se já possui uma estrutura robusta, volume estável e uma cultura operacional bem definida, manter a operação interna pode fazer sentido.
O importante é não travar sua operação por inércia. A decisão deve estar alinhada ao seu momento, sua estratégia e sua visão de crescimento.
Fale com um especialista da Cubbo e descubra como simplificar sua logística, melhorar o nível de serviço e liberar seu time para focar no que mais importa: vender.
Escrito por
Lucas GarciaLucas Garcia lidera o marketing da Cubbo no Brasil, com foco em implementar estratégias inovadoras que integrem logística e marketing para maximizar a conversão, o ticket médio e a recorrência no e-commerce.
Seu conhecimento abrangente em negócios, psicologia aplicada e marketing, o torna uma figura-chave na transformação digital das operações de e-commerce da Cubbo.